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Vida outdoor, Ornitologia, Literatura Selvagem

Réquiem para o Albatroz

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Albatroz-de-sobrancelha (Thalassarche melanophris). Foto: Fábio Olmos

A areia branca afoga meus pés descalços enquanto caminho pelas dunas de areia que me levam em direção ao mar e à praia da Joaquina. A manhã é ainda escura. As nuvens são pesadas e cinzas e o vento é frio como uma navalha sobre a jugular. É julho e meu destino é procurar por carcaças de aves jogadas à praia depois de três dias de intensos temporais e mar revolto. A praia da Joaquina na ilha de Santa Catarina é um local ideal para essa atividade, pois é longa e voltada diretamente para o oceano, cujas ondas fortes sempre trazem algo para estas areias douradas. Pode parecer um passeio mórbido para a maioria das pessoas, mas para o biólogo, encontrar carcaças de animais recém-mortos é a glória! A vida muitas vezes só pode ser entendida a partir da morte.

Chego finalmente à praia, sob um céu cinza chumbo. Contemplo o oceano de águas escuras e os enormes vagalhões que lançam sua espuma branca sobre a areia marrom escura. É o dia ideal.

Enquanto caminho no sentido sul me deparo com um campo de batalha; uma praia da Normandia no dia seguinte ao famoso 9 de junho de 1944. São milhares de objetos jogados pela areia ao longo de quilômetros: pedaços de cordas de navios, objetos amorfos de metal, galhos retorcidos grossos e finos, panos disformes, nacos de borracha, pedras, latinhas de cerveja, lascas de vidro, uma miríade de coisas não identificadas e, claro, muito plástico. Muito plástico. Garrafas pet, tampinhas, pulseiras, solas de chinelo, a alça de um telefone, caixas quebradas de diferentes tamanhos. Plástico, plástico e mais plástico. O planeta plástico.

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Planeta plástico (fonte: http://oceanservice.noaa.gov/facts/flotsam-jetsam.html )

Caminho por entre os objetos e finalmente encontro o primeiro tesouro. O corpo semi enterrado de um pinguim-de-magalhães. É sempre assim. No mês de julho as tempestades os trazem à praia, já moribundos ou mortos. Os pinguins-de-magalhães se reproduzem em Punta Tombo, uma reserva de fauna costeira na província de Chubut no sul da Argentina. São trazidos ao sul do Brasil pela corrente fria das Malvinas que se desloca do Oceano Antártico para o norte ao largo da costa.

O reconhecimento da carcaça é fácil. Minha trena de bolso me revela grosseiramente 70 centímetros de comprimento. As faixas negras ao longo do peito são inconfundíveis. Os braços rígidos e chatos, conhecidos como aletas, funcionam como suas asas para ‘voar’ dentro da água. Embora a estrutura da aleta de um pinguim seja muito semelhante às asas de aves que voam, os ossos são relativamente grandes, curtos e achatados. Isso resulta em uma pá rígida, com pouca mobilidade no cotovelo.

Continuo minha peregrinação em meio aos destroços. Caminho mais um quilômetro me arrojando contra o vento sul. Outro tesouro ornitológico se esboça à minha frente. Desta vez uma ave em estado avançado de putrefação. É com certeza um albatroz. Eu o reconheço pela longa envergadura das asas com quase dois metros. Mas a característica típica é a narina em forma tubular sobre a maxila superior do bico. Essa narina, além de estar associada com o sentido do olfato (para encontrar comida ou o ninho e reconhecer indivíduos), é a porta de saída do excesso de sal na dieta destas aves. Lulas e peixes constituem as mais importantes presas para albatrozes. Algumas espécies também comem carniça e matéria orgânica em decomposição que eles encontram flutuando na superfície do oceano. O sal destes alimentos é filtrado pelas ‘glândulas de sal’ que se encontram em depressões rasas acima das órbitas oculares e é excretado pelas narinas. As glândulas de sal tem uma micro-estrutura semelhante a um rim e usam um sistema de fluxo de sangue em contracorrente para remover os íons de sais da corrente sanguínea.

É um albatroz-de-sobrancelha (Thalassarche melanophris), o mais costeiro dos albatrozes. Ele aparece regularmente morto nestas areias da ilha depois de uma tempestade dessas. Tem o bico amarelo-laranja, a cabeça e pescoço todo branco e as penas das asas negras inclusive na parte debaixo. O albatroz-de-sobrancelha voa por vastas áreas dos oceanos do hemisfério Sul e nidifica em diversas ilhas subantárticas durante o verão austral.

Manipulo a carcaça do albatroz entre o turbilhão de lixo que me rodeia enquanto o vento continua soprando e levantando areia que se amalgama sobre minha pele, meus cabelos e minha sobrancelha. A paisagem é de desolamento, mas sei que em poucos anos essa cena será cada vez mais rara. Não pelo lixo, que se acumula cada vez mais no planeta, mas pelo albatroz, cujas carcaças se tornaram cada vez mais raras porque a cada dia que passa um grande número de albatrozes desaparece do planeta.

Os albatrozes estão entre as aves mais ameaçadas de extinção no planeta. Vários motivos os têm levado à morte antes mesmo de se reproduzirem. O primeiro problema é que um albatroz só atinge a maturidade sexual depois de seis ou sete anos, talvez mais, pois pouco se sabe sobre esse assunto. Quando se reproduzem criam apenas um filhote por ninhada. Isso significa que populações de albatrozes, caso diminuídas por qualquer distúrbio, levam muitos anos para voltarem a crescer.

O segundo problema é a pesca com espinhel. Todo ano, estima-se que entre 160 e 320 mil aves marinhas, a maioria albatrozes, morrem acidentalmente afogados pelos anzóis da pesca do espinhel1. O espinhel consiste de um cabo estendido por vários quilômetros ao qual são presos anzóis iscados com lula ou pequenos peixes. O espinhel pode ser demersal (quando o cabo afunda a mais de 700 m) ou pelágico (quando o cabo afunda por cerca de 50 m). O problema é que os albatrozes aprenderam a interagir com estes barcos pesqueiros, pois ali encontram alimento ‘fácil’, as iscas deixadas ao longo do espinhel, mas acabam sendo capturados inadvertidamente pelos anzóis. Assim, várias espécies de albatrozes (incluindo petréis) estão em franco declínio populacional. Estudos conduzidos no Oceano Índico mostraram um declínio de 100% da população do nosso albatroz-de-sobrancelha2. Um problema adicional é que os estoques de peixes, lulas e crustáceos estão sendo superexplorados em muitas áreas, e isso diminui as possibilidades destas aves de encontrarem alimento ‘naturalmente’, deixando-os ainda mais dependentes dos barcos pesqueiros. É um ciclo vicioso.

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Albatrozes presos aos anzóis (Foto: Fábio Olmos)

O terceiro problema é o plástico. Todo ano, centenas (talvez milhares) de filhotes de albatrozes morrem de indigestão causada pelo entupimento de seus esôfagos por lixo plástico. Artigos de plástico flutuando no oceano representam riscos para muitas espécies de aves marinhas que se alimentam deles. A ingestão de plásticos por aves marinhas é um fenômeno mundial e o número de espécies conhecidas que sofrem com isso tem aumentado significativamente nos últimos anos3. Durante a estação reprodutiva os adultos coletam esse material plástico e os levam aos seus filhotes ainda no ninho. Os papais e mamães albatrozes nutrem seus filhotes regurgitando esse ‘alimento’ dentro de suas enormes bocas. Ainda não sabemos se o plástico coletado pelo adulto é confundido com uma presa, ou se tem comida natural ligado a ele, ou se é consumido para ‘ajudar’ na digestão. A ingestão de plástico pelo filhote leva à obstrução mecânica do seu trato digestivo, à redução do consumo de alimentos, à saciedade da fome, e a uma possível exposição a compostos tóxicos. Enfim, a morte prematura.

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Filhote de albatroz desintegrado pelo tempo. O tempo não desintegra o plástico (Foto feita nas ilhas Midway por Fábio Olmos).

O quarto problema são os predadores exóticos. Todo ano, milhares de ovos de albatrozes são devorados por animais (ratos, camundongos, gatos, cachorros, raposas, porcos) que foram introduzidos pelo homem de maneira acidental ou propositadamente nas mais distantes ilhas oceânicas onde estão as colônias reprodutivas da maioria dos albatrozes. Hoje sabemos que mais de 80% de todas as ilhas do planeta foram invadidas por ratos, e pelo menos 65 grandes grupos de ilhas também foram invadidas por gatos. Acontece que os albatrozes nidificam nestas ilhas e não são capazes de reconhecer esses animais exóticos como predadores. Para se ter uma noção, os ratos predam não só os seus ovos, mas também os filhotes e, mais do que tudo, os ratos devoram os adultos vivos enquanto esses estão chocando seus ovos. Em algumas ilhas do Oceano Pacífico, a taxa de predação sobre ovos de albatrozes chega a 100% de toda a população. Esse é um dos maiores fatores para o declínio de muitas espécies de aves marinhas, principalmente albatrozes4.

Para piorar as perspectivas de vida dos albatrozes, todo ano os oceanos sofrem um aumento do seu nível. Há a perspectiva de um aumento do nível do mar em 2100 de 0,5 a 1,4 metros acima do nível de 19905. É o efeito do aquecimento global. O planeta vai ficando mais quente e as calotas polares vão derretendo pouco a pouco, liberando mais água nos oceanos. Muitas colônias reprodutivas encontram-se em praias outrora isoladas. Tais praias serão afogadas pelas águas de um oceano cada vez mais cheio.

Volto para casa carregando parte dessas carcaças a fim de depositá-las como material testemunho em alguma coleção científica. No aconchego do lar calço meus chinelos de borracha e abro uma lata de cerveja. É hora do almoço. Retiro o macarrão da embalagem plástica e o coloco a ferver. Depois, abro uma lata com pedaços de atum e os misturo à massa recém-cozida al dente. Tempero tudo com azeite de oliva contido numa garrafa de vidro. Enquanto aprecio o espaguete, escrevo no diário com a caneta esferográfica.

Há algo de podre no ar. Sinto que não é apenas o aroma fétido das carcaças.

Para saber mais

1- Anderson, O.R.J. et al. 2011. Global seabird bycatch in longline fisheries. Endangered Species Research 14: 91–106.

2- Olmos, F. et al. 2001. A pesca com espinhéis e a mortalidade de aves no Brasil. In: Ornitologia e conservação: da Ciência as Estratégias. Pp. 327-337. Sociedade Brasileira de Ornitologia.

3- Bugoni, L. et. al. 2008. Seabird bycatch in the Brazilian pelagic longline fishery and a review of capture rates in the southwestern Atlantic Ocean. Marine Pollution Bulletin 5: 137-147. // Fry et al. 1987. Ingestion of Plastic Debris by Laysan Albatrosses and Wedge-tailed Shearwaters in the Hawaiian Islands. Marine Pollution Bulletin 18: 339-343.

4- Courchamp, F. et al. 2003. Mammal invaders on islands: impact, control and control impact. Biological Review 78: 347-3483.

5- Rahmstorf, S. 2007 A Semi-Empirical Approach to Projecting Future Sea-Level Rise. Science 315. DOI: 10.1126/science.1135456.

85 Comentários

  1. Marcos Rodrigues, excelente texto,criticamente analítico, direto, preciso…desperta rápido a consciência para um problema grave… a agressiva ameaça por todos os lados …as essas que são as mais belas e imponentes belezas aladas dos ambientes oceânicos do planeta…vergonha humanitária…hoje fiquei um pouco mais triste por ser humano…
    Abraços, Renato.

  2. Que tristeza. Mas que texto tão repleto de força, urgente divulgar. Educação e afeto é tudo que precisamoa.
    Grata, Marcos.
    Levando.

    • Obrigado Beatriz, infelizmente esse é um problema internacional muito bem conhecido e de difícil resolução.

  3. Mais um belo texto, começo a ler e não quero parar mais.
    Se fosse um livro com certeza passaria horas e horas lendo.
    A cada leitura uma nova descoberta, aprender nunca é demais.
    Abraços

  4. Adorei a intertextualidade acidental com a Balada do Velho Marinheiro (The Rime of the Ancient Mariner) de Samuel Taylor Coleridge – poema clássico do romantismo em que uma maldição se abate sobre um marinheiro que mata um albatroz.

    No início da história, o barco é desviado para a Antártida durante uma tempestade. Um albatroz aparece e guia os tripulantes para boas águas. Porém, o marinheiro atira e mata a ave, despertando a ira dos espíritos. O barco é levado para uma zona de calmaria, e pouco a pouco água e comida vão se acabando. Aparece então um barco fantasma, onde estão “A Morte” (um esqueleto) e “O Pesadelo da Vida na Morte” (uma mulher pálida tal como morta), que, jogando dados e apostando as almas da tripulação, arrematam a vida da tripulação e do marinheiro, respectivamente. O marinheiro então é fadado a viver uma vida pior que a morte como punição por ter matado o albatroz, e passa o fim dos seus dias vagando pelo mundo para contar sua história.

    Marcos, parabéns pela sua balada do albatroz.

    • Obrigado Ana. Pela comentário e pela referência que eu não conhecia. Vou procurá-la agora. Bj.

    • Obrigado Ana, pelo comentário e pela referência que eu não conhecia. Vou procurá-la agora. Abraço.

    • Ótimo texto. Uma abordagem científica com linguagem fácil e didática leva informação sobre este grave problema à comunidade científica e público geral.

  5. Parabens por mais excelente texto. Sempre de fácil leitura, com informações relevantes e atuais. Uma fonte de trabalho para mim e meus alunos. Obrigado!

  6. Como sempre você coloca muit a sensibilidade e clareza em seus textos,parabens .bijos

  7. Belíssimo, ainda que trágico, texto!

  8. Me tocou muito este texto! Não sabia que a situação dos albatrozes era tão crítica… Infelizmente, devo dizer que, mesmo bióloga, sou muito descrente do ser humano… Gostaria de mudar minha visão, mas mesmo as coisas boas que fazemos, para mim, não superam todas as atitudes ruins! Se você tiver uma visão diferente, fique a vontade para me dizer. Um abraço.

    • Olá Polyana, concordo com você. Obrigado pelo comentário.

  9. Nossa Marquinho! Que triste! Eu não tinha ideia da situação do albatroz.
    Vi aquele video das Ilhas Midway e aquilo já me deixou totalmente deprê.
    Parabéns pelo seu texto! Vou acompanhar o blog agora que conheci.
    abraços

    • Obrigado Tereza.

  10. Mais uma ótima produção, Marcos, com importantes alertas.
    Lamentavelmente percebemos o declínio dessas fantásticas aves marinhas, e de escritores com tal potencial.
    Pena, vão-se as penas, mas a tua, não pare nunca.

  11. Excelente texto professor !
    Muito didático e muito interessante.
    Nos faz refletir um pouco mais não só sobre o destino destas aves maravilhosas mas também no destino da humanidade como um todo. Porque o mundo precisa urgente de mudanças. E as pessoas precisam abrir mais suas mentes.

  12. Fantástico e triste e nossa parece um fim sem saída para eles…

  13. Texto que aborda um assunto importante de forma precisa, tocante e real. É assustador a capacidade que os humanos têm para destruir, além de conseguirem fazer isso de inúmeras formas como foi citado no texto. Os humanos não conseguem medir a estupidez e as consequências dos seus atos, acham que nada do que é feito refletirá neles mesmos. O último parágrafo do texto ainda traz uma surpresa, é como um tapa na cara de todos nós que somos a favor da natureza. Parabéns pelo excelente texto, Marcos! Desejo que essa realidade mude em breve.

  14. Um texto verdadeiramente real, pena que seja tão trágico. Uma cena impactante que deveria ser menos constante. Não sabia que era tão precária a situação do Albatroz, com isto vimos, o quanto nós seres humanos podemos chegar a baixo nível de sensibilidade e consciência. Parabéns pelo texto contado de forma histórica e sensível.

  15. Por mais que saibamos o quão destrutivos são nossos hábitos, torna-se difícil mudá-los ao passo que enquanto “cuidamos do nosso jardim”, nossos vizinhos não tomam o mesmo cuidado.
    Países “exportam” seus lixos para outros lugares do mundo, como se aquele lixo não tivesse mais importância por não estar no solo deles, esquecendo-se que o mundo é redondo e que o lixo descartado em um determinada local, pode ser levado pela maré para outro completamente diferente e distante.
    Enquanto nossa consciência não passar de ser humano para humanidade, continuaremos pensando em nós mesmos, ignorando o vizinho, e prejudicando o mundo como um todo. E com isso, populações mais “frágeis”, como os animais, serão os mais afetados e prejudicados.

  16. Professor Marcos Rodrigues, gostaria de lhe pedir um favor muito importante. Escreva um livro sobre a podridão da humanidade, e nele, deixe bem claro que precisamos fazer algo para agirmos de modo mais animal, porque o planeta não nos aguenta mais agindo de maneira humana. Olha, o senhor escreve muito bem! Daria um excelente livro!

  17. Necessário que urgentemente criem-se ou se já existentes promovam/melhorem iniciativas que garantam que os albatrozes atinjam a maturidade sexual, evitem a pesca e poluição, promovam a limpeza e parem de introduzir espécies estranhas. O desiquilíbrio e os problemas são evidentes, seria triste ver os albatrozes em extinção. Vamos agir, chamar atenção à este problema e estudar alternativas de conservação desses animais e outros como o pinguim-de-magalhães citado no texto. Ótimo texto, linda abordagem, muito bem escrito, parabéns!

  18. Muito triste a história dos Albatroz. Iria dizer para lutarmos contra a extinção desses animais, contra as práticas de pesca e o acúmulo de lixo, mas eu seria hipócrita. Pois quem abriria mão de em seu lar aconchegante usar produtos de plástico, borracha e vidro, principalmente se forem coisas fáceis, práticas e descartáveis? Ou quem abriria mão de se alimentar de peixes, pois são pescados com espinhel? Quem faria isso pela existência de um animal que aparentemente não faz diferença em nossas vidas? Eu diria que quase ninguém, acredito que alguns poderiam até fazer, mas o peso dessa atitude, infelizmente, não seria suficiente para salvar os Albatroz da extinção.

  19. Muito bom o texto! É interessante ressaltar a ação antrópica como um fator principal da situação dos Albatrozes, não só deles mais com diversos organismos. O fato deles terem dificuldade para se alimentar, a dificuldade de se reproduzirem, uma vez que a prole é reduzida, os ovos são predados, não só o ovos como o próprio Albatroz, todos tem uma ação antrópica por trás. Um problema atual que enfrentamos e é citado no texto, é a ingestão de plásticos não só pelos filhotes do Albatrozes, mas por outras aves e muitos animais da vida aquática, como as baleias levando esses indivíduos a morte, diariamente vejo reportagens sobre. É lamentável isso e tamanha falta de respeito para com a natureza!

  20. Professor Marcos Rodrigues li e reli o texto e infelizmente não vejo luz no final do túnel, mas talvez haja uma penumbra, entretanto algo chamou a minha atenção: a pesca realizada por espinhel, na qual todo o ano 160 mil a 320 mil aves marinhas são mortas!. Então penso que os pesquisadores deveriam fazer algo de concreto junto à sociedade para tentar mudar esta realidade, por exemplo, discutir o impacto e as consequências causadas por este tipo de pesca e a substituição do uso do espinhel por outra técnica que causasse menos impacto. Estou ciente de que as aves sofrem outras ameaças, provocadas pelo lixo e pela introdução de animais exóticos, mas estes dois aspectos não parecem ser de fácil solução!.
    Professor obrigada por tua contribuição ao divulgar estas informações, mas o que o governo junto à sociedade poderia fazer para mudar esta situação? Quais deveriam ser as intervenções dos pesquisadores especialistas em aves marinhas neste cenário amedrontador?

  21. Infelizmente os albatrozes são os culpados pela ação humana podendo inexistir em pouco tempo, poucos conhecem sua triste situação. Deveríamos lembrar que o planeta terra é a casa de todas as espécies conhecidas e é essencial o cuidado do mesmo.

  22. Um belo texto, professor, que me fez refletir e pensar que a situação é ainda mais drástica do que a noticiada na mídia. Nós, como biólogos, devemos atentar e tentar divulgar para a sociedade a atual conjuntura da natureza e os riscos que ela sofre graças a nossas atitudes egocêntricas, sempre pensando em prol do homem, e esquecendo que, preservar a natureza também é preservar a nossa vida.

  23. Ótimo texto Marcos, nos leva a refletir sobre a interferência brutal do homem em toda a cadeia, em todo o ambiente de forma direta e indireta! A situação do lixo é ainda mais delicada, pois atua em todos os niveis tróficos desbalanceando todo o ‘equilíbrio’ que existe após anos de seleçao natural. Outra questão interessante e triste é a introdução dos animais domésticos em ambientes não naturais, como as ilhas. Além das zoonoses, coloca-se em risco os animais ‘nativos’ do ambiente, sem contar que, devido à carisma desses animais como gatos e cachorros, qualquer campanha contra a inserção dos mesmos é vista com maus olhos e pode causar reações inimagináveis na população..
    Enfim, isso mostra o enorme campo de atuaçao da biologia da conservação, que para ganhar força precisa que relatos como o seu sejam mais lidos.

  24. Muito bom o texto. Gostei das informações e a forma como elas são passadas. Infelizmente cada vez mais estamos degradando o ambiente de outros seres vivos e destruindo espécies sem ao menos percebermos.

  25. Muito interessante o texto Professor Marcos, e de certa forma triste também, pois, nos leva a ver a gravidade das ações humanas que estão refletindo pesadamente na vida dos animais. Acredito que essas informações divulgadas aqui em seu texto deveriam ter maior repercussão para que outros também tivessem acesso. Não basta parte de nós nos preocuparmos e tentarmos fazer algo, enquanto a natureza sofre as consequências por nossa vida cômoda.

  26. Excelente texto professor! Alto nível de reflexão, durante a leitura fiquei pensando se existe uma solução (ou soluções) que seja viável, eficaz e duradoura para situações como esta do albatroz, que são muitas diga-se de passagem. Poderíamos pensar em campanhas de divulgação e conscientização, criação de leis, fiscalização, coisas que vem de cara diante de situações assim, porém, infelizmente não é simples assim, as “causas” estão presentes em nosso cotidiano e modo de viver, logo volto a perguntar diante da realidade essa solução existe???

  27. Excelente texto!
    Mostra o quão egoísta o homem é, não se importando com as consequências que seus atos causam ao meio ambiente, achando que é o único habitante desse planeta que realmente importa e que nunca será afetado por nada. Um dia será tarde demais.
    Lamentável o fato de estarmos perdendo animais tão belos.

  28. O texto serve como alerta para o problema recorrente da diminuição e até extinção de algumas espécies animais; mas o que mais me chamou a atenção nesse texto, foi a importância de ser ter um profissional qualificado e que goste do que faça,trabalhando em prol da nossa fauna. Conhecer bem o seu objeto de estudo, te permite não só descobrir a causa do problema, mas traçar uma estrategia mais eficaz na solução desse problema, que no caso do texto é a morte dos albatrozes.Vemos no texto a necessidade mais que urgente, de que consiga criar essa estrategia, para que não cheguemos ao ponto da extinção de uma espécie tão importante da fauna.

  29. O texto nos direciona à reflexão de como o ser humano pode influenciar e cooperar para o fim de uma biodiversidade tão rica. É triste a realidade que os albatrozes enfrentam. Infelizmente, a maior parcela de culpa é do ser humano, pois a sua intervenção cria situações, antes inexistentes, nas quais os albatrozes são vítimas diretas e todas essas situações deploráveis podem levá-los até mesmo a extinção. A perda de uma espécie é lastimável e há urgência em reavaliarmos nossas ações.

  30. Excelente texto!! É triste e decepcionante ver espécies tão bonitas como o albatroz, entrando em extinção por diversos fatores. E em que boa parte desses fatores foram causados por ações humanas. Concordo com o comentário que foi feito, que temos pensar em algumas “soluções” que levem informação e conscientização para a população.

  31. Um ótimo texto! Me fez pensar, e lembrar, o quanto essa cultura de consumismo extremo está a cada dia mais destruindo aquilo que temos de mais precioso, a natureza. Essa cultura está tornando as pessoas, a sociedade, cada dia mais egocêntricas, fazendo com que pensem que são superiores a tudo e todos, que qualquer preço é válido para chegar ao sucesso, para ser uma cidade, estado, pais, um mundo moderno e tecnológico.
    A sociedade precisa reavaliar seus valores e conceitos urgentemente! Precisamos mudar essa situação,começar a olhar para o lado perceber que não estamos só no mundo e que não somos melhores que nada nem ninguém, porque por hora quem está pagando o preço é o pobre do albatroz, que nada fez de errado, logo será a nossa vez!

  32. Como foi dito em uma de suas aulas, professor, vivemos a “era das aves”, mas, por conveniência,á intitulamos de “era dos mamíferos”. Mais do que triste, é revoltante ver como o ser humano é o bicho mais tolo do planeta. Nos achamos superiores e OS racionais, no entanto estamos destruindo nosso único lar e prejudicando os irmão animais com quem compartilhamos este espaço, que por direito, também é deles. O texto foi de grande proveito, pois, além do conteúdo didático, foi possível tirar um tempo de nossas vidas corridas pra refletir um pouco.

  33. Texto magnífico, apesar da triste história, a sensibilidade está presente em cada palavra sua.Infelizmente estamos na era do plástico e do consumismo humano, como verdadeiros egoístas e sem outra saída, modificamos o ambiente afim de nos trazer benefícios !! O albatroz e umas das muitas espécies que iram desaparecer se as coisas continuarem como estão..!!

  34. Excelente texto Marcos! Ele nos mostra o quão prejudicial é a interferência humana na existência dos albatrozes. Essas aves precisam de ações conservacionistas urgentes, visto que em menos de 50 anos podem se extinguir. Outro ponto crítico é a introdução de animais invasores como cães e gatos. É realmente muito triste que o assunto seja tão divulgado mas não se tem o devido valor. Assim como outros seres, os albatrozes são de extrema importância na cadeia alimentar e seu desaparecimento pode comprometer a estrutura trófica do ambiente marinho.

  35. Ótimo texto Professor Marcos. Uma maneira excelente de se tratar de um assunto tão urgente e neglicenciado por nós. É triste reconhecer que contribuímos ativamente para extinção não só dos albatrozes, mas também de outras tantas espécies expostas aos dejetos que produzimos. E pior do que isso, é pensar que não fazemos nada para mudar essa realidade.
    Confesso que não tinha conhecimento do quão grave era a situação desses animais, por isso acho que textos como esse deveriam ser amplamente divulgados, para que talvez pudessemos ter um consumo consciente e postura diferente diante de tais fatos.

  36. Esse texto vem nos mostrar mais um problema causado pelo homem. A falta de destinação correta para boa parte do lixo produzido gera problema para diversas espécies, os Albatrozes são um dos exemplos disso. Infelizmente estamos matando indivíduos que ingenuamente tentam se alimentar dos lixos por nós produzidos. Necessitamos de medidas urgentes de preservação e reparo para que não levemos mais uma espécie a extinção.

  37. Ótimo texto professor! Eu sempre fico em choque quando vejo como estamos lidando com o planeta. É tão fácil descartar o lixo, sem saber as consequências… Acho que de uma maneira geral, as pessoas precisam, além de conscientização, de sensibilização pra esse problema que, com certeza não afeta somente os albatrozes.
    E lendo seu texto me lembrei do projeto TAMAR… já que deu certo com as tartarugas, porque não investir nos albatrozes também?

  38. Verdade expressa de forma singela, que nos faz repensar sobre o consumismo e como as nossas atitudes atingem a vida selvagem. Os valores foram invertidos e hoje, poucos possuem a consciência de como agir em meio a um caos, causado pelo impacto devastador do homem sobre a natureza.
    Tamanho é o valor da vida selvagem, dos recursos naturais, e de todo o ciclo natural. Quão transformador seria, se todos soubessem reconhecer esse valor!

  39. Lamentável saber que tudo isso existe! Literalmente, o homem esta vendendo a natureza!

  40. Texto maravilhoso! Gostei muito da comparação com o dia D da II guerra. Estima-se que mais de 4 mil morreram neste dia. Naquela época, os humanos mataram humanos, hoje,os humanos matam os albatroz, morte lenta e dolorosa… A guerra continua!

  41. Muito bonito o texto, mas ao mesmo tempo nos traz um sentimento de tristeza, infelizmente nos seres humanos só nos sensibilizamos quando vemos uma reportagem, um documentário ou uma notícia a respeito das consequências ruins que a má ação do homem traz para o meio ambiente. Não sabia que os albatrozes estavam ameaçados de extinção, as vezes focamos na preservação de alguns animais mais conhecidos, como tartarugas, peixe-boi, botos e outros e esquecemos que o impacto ambiental, vai causar danos em todo um ecossistema. Temos que refletir sobre nossas ações todos os dias, e ter pequenas atitudes que possam contribuir lá na frente para preservação da biodiversidade do planeta.

  42. É muito ruim ver o que está acontecendo com o nosso planeta, inclusive com a biodiversidade existente nele. O que é mais triste, é ver que esses animais vem perdendo seu espaço na natureza. O texto me permitiu uma grande reflexão sobre o caso dos Albatrozes, mas ao mesmo tempo, uma tristeza por ver uma das aves mais lindas desse planeta perdendo seu espaço na natureza, principalmente, pelas mãos da ignorância humana.

  43. O texto nos leva a diversas reflexões ao longo de sua extensão. O Albatroz é um exemplo dos muitos animais que estão neste momento sofrendo as consequências da presença do homem no planeta. Homem esse que não cuida de fato do “seu” planeta.
    A coleta de lixo oferecida pelo governo nas cidades dá a população a falsa sensação de que “aquele lixo não é mais problema meu”. As pessoas não conseguem (e muitas vezes sequer tentam) ver além do que está à sua frente, e com isso dão às costas a um problema que só cresce e que não é isolado. Aquecimento global, lixo, derretimento de geleiras, extinção de espécies e muitas outras situações formam um conjunto de fatores que leva a destruição do planeta. Como um câncer não tratado que aos poucos cresce e vai consumindo e se espalhando pelo organismo, até chegar a um ponto que não pode mais ser revertido.

  44. Professor Marcos Rodrigues, excelente texto, de mensagem crítica, direta e precisa que nos desperta para um problema tão grave. Não tinha consciência que a situação dos albatrozes era tão grave. Fez-me refletir sobre qual será o destino dessas aves? E do ambiente como um todo o qual será afetado diretamente? Parabéns pelo texto.

  45. É uma pena que estas aves, que já estão limitadas pela baixa taxa de reprodução estejam sujeitas ao declínio populacional de causas antrópicas.
    Com o passar do tempo aquilo que chamamos de utopia – como a possibilidade de uma coexistência livre do excesso de lixo não-degradável – vai se tornando cada vez mais distópico, frentes às necessidades geradas pelos impactos causados por esta sociedade atual, onde o consumo está à frente da biodiversidade.

  46. Fico muito triste em saber que uma ave tão bonita, têm sofrido tanto com o papel do ser humano principalmente, e o mais triste é saber que poucos se importam e fazem algo para mudar essa realidade! Espero que através desse texto e de divulgações as pessoas possam se conscientizar. A biodiversidade é a maior riqueza que temos no nosso planeta, portanto devemos preservá-la!

  47. Infelizmente, somos reféns das nossas próprias atitudes. E com isto colocamos a natureza nesse meio, será que ainda tem como fazer diferente? Acho que para isso precisaríamos de uma educação ambiental voltada especificamente para as crianças, pois algo consolidado na cabeça de um adulto, como sua forma de viver e ser totalmente egocêntrico, será modificada.

  48. Ótimo texto professor, infelizmente retrata o descaso humano para com os animais, não somos dignos de tanta beleza por isso insistimos em deteriora-la.

  49. Excelente texto. O homem está destruindo tudo, devido a presença do homem muitos animais entram em extinção, não apenas animais como também plantas. Várias espécies, não apenas o albatroz, sofrem com a interferência humana. O nosso consumismo e descaso com a natureza pode ser observado no seu texto.
    Muito triste ver que poucos se importam com todo esse descaso. 🙁

  50. Estão presentes no texto informações interessantíssimas. Eu não sabia que o Albatroz estava ameaçado de extinção, e que a ingestão de plástico por esse animal com intuito de auxiliar na digestão pode ser uma hipótese para a ingestão desse tipo de material. Jamais pensaria nessa possibilidade, pois eu imaginava que eles se alimentavam de materiais plásticos por engano. Pensava que o plástico era confundido com cnidários.

    Essa maturação sexual tardia dos albatrozes acaba se tornando um problema devido a influência de outros fatores antrópicos. Infelizmente é bem triste a situação em que se encontram esses animais e tantos outros.
    Parabéns pelo texto!

  51. Excelente texto! Muito reflexivo, retrata uma triste situação de animais que estão colhendo os frutos das ações errôneas dos homens. Infelizmente vivemos em um mundo egoísta, em que quase ninguém se importa com as consequências de seus atos, em que quase ninguém se propõe a mudar de atitude e a maior prejudicada por esse descaso é a natureza.

  52. Brilhante o texto e recheado de alertas de mudança imediata de conduta não só coletiva, mas, principalmente, individual visto que os animais estão pagando o preço fúnebre da nossa irresponsabilidade social de gestão dos recursos naturais, além das atitudes de irresponsabilidade para com nossos resíduos descartáveis diários. Chegamos, de fato, na era do plástico. No entanto, chegamos sem consciência de como administra-lo e, frente a isso, cenas tristes como essas vêm se instaurando em diversos nichos ecológicos, causando a mortalidade e interferindo no ciclo de vida saudável de muitas espécies pelo mundo afora. O mundo natural pagando pela irresponsabilidade de nós, ditos seres privilegiados pela racionalidade. Triste.

  53. Fiquei impressionado com as informações referentes à reprodução dos Albatrozes, maturação sexual tardia e baixa taxa de natalidade, isso explica os grandes desafios enfrentados na conservação desta e outras espécies.

  54. Excelente Texto. Infelizmente as atividades humanas interferem negativamente nas populações de diversos animais, devido a produção excessiva de resíduos e o descarte incorreto na natureza. É triste saber que os albatrozes estão em extinção devido as atividades humanas e mais triste ainda é o pouco que é feito para reverter esta situação.

  55. As problemáticas trazidas no texto são de extrema importância e deveriam ser mais debatidas. A questão do descarte incorreto do lixo e como isso afeta as espécies, tanto marinhas como terrestres, vem ganhando um foco maior. Cada vez mais vemos reportagens e documentários trazendo essa problemática a população. Porém, a pesca realizada de forma incorreta e a questão das espécies exóticas precisam ganhar mais amplitude, como por exemplo a divulgação de textos como esse que, apesar de conter um tema mais voltado à ciência, é acessível ao entendimento da população.

  56. Belo texto professor. Propõe a reflexão sobre as ações antrópicas que promovem a diminuição da biodiversidade de aves, nesse caso, especificamente os albatrozes que padecem pelo acúmulo do lixo – plástico.
    Obrigada pela reflexão.
    Um abraço,

  57. Professor, mais uma vez fico impressionada na riqueza de detalhes do seu texto. Me imagino em meio a praia à procura de carcaças, que como dito pelo senhor, é a maior alegria de um biólogo. Acho que a única coisa que vence essa alegria, é encontrar o bicho ainda vivo, para uma observação do seu comportamento.
    Muito interessante a relação entre as aletas dos pinguins-de-magalhães e as asas de uma ave. Sempre quis ver um albatroz de perto, e espero conseguir ver antes da extinção da espécie. É realmente uma pena que isso venha acontecendo. Plástico é realmente uma preocupação que atinge não somente os albatrozes, mas grande parte dos animais marinhos. Por esses motivos apresentados no seu texto e diversos outros, é necessário uma enorme mobilização e conscientização, da população. E isso está se tornando cada vez mais urgente…

  58. Realmente a degradação do planeta é um problema sério para a preservação dos animais. Os albatrozes sofrem direta e indiretamente com essa situação. Diretamente por que a pesca de espinhel reira seu alimento deixando-os dependente de uma prática que muitas vezes é fatal pra eles e indiretamente porque o lixo jogado no mar de varias partes do mundo e o aquecimento global, intensificado por ações antrópicas afetam sua reprodução e sua prole.

  59. É realmente muito triste perceber que animais tão belos estão cada vez mais ameaçados devido a ignorância dos seres humanos. A educação ambiental deve ser sempre uma aliada pois tem um papel fundamental, uma vez que ajuda a sensibilizar as pessoas sobre a importância dos animais na natureza. Este texto proporcionou uma excelente reflexão!!!

  60. Excelente texto, além de citar as características morfológicas dos Albatrozes e também falar sobre a história de vida do mesmo, este texto nos alerta sobre o grande problema da poluição que vem destruindo o planeta. Em uma parte do texto achei algo estranho, isso do meu ponto de vista, “Ainda não sabemos se o plástico coletado pelo adulto é confundido com uma presa, ou se tem comida natural ligado a ele, ou se é consumido para ‘ajudar’ na digestão.” eu penso que se ele fosse consumido com a intenção de facilitar a digestão, o plástico não seria tão problemático, a não ser que os Albatrozes utilizavam antes da poluição estar tão grave, outra forma de facilitar a digestão, então estariam pegando por engano ou por falta de opção o plástico.

  61. Texto bastante interessante, Marcos. É interessante ler coisas que nos trazem reflexões e mudanças de hábitos. O albatroz sofre com as ações antrópicas e a espécie como um todo é prejudicada. É triste olhar e ver as atitudes humanas diante da espécie, pois já é uma ave com dificuldades naturais que são colaboradas com ações antropicas.
    Muito interessante o olhar crítico como biólogo, Marcos.

  62. O texto ressalta uma das grandes preocupações que deveriam atingir o homem. Quando pensamos na dizimação do albatroz, seja pela sua maturação sexual tardia, o número de filhotes reduzido que cria, pelos anzóis que acabam ficando presos devido à pesca com espinhal, pelos predadores exóticos, introduzidos pelo homem nos locais em que estas aves nidificam e ainda há o aquecimento global, a maior tristeza é imaginar quantas aves mais estão envolvidas neste processo, e quantas espécies mais estão sendo mortas todos os dias pela ação antrópica. Não é apenas o albatroz que sofre com esta situação e mesmo que fosse só ele, já seria muito. É digna de indignação e tristeza a situação que vem ocorrendo.

  63. Ótimo texto ! Muito triste pensar que o albatroz é um animal que corre risco de extinção e que todos os motivos levantados possuem um dedo humano ! Pesca com espinhel, baixo estoque de peixes, lulas e crustáceos devido à superexploração, a ingestão de plástico pelo filhote que leva a morte prematura, os predadores exótico e também o aquecimento global ! Triste realidade.

  64. Triste realidade professor! Não tinha conhecimento do risco de extinção que essa espécie corre. A maturidade sexual tardia e a baixa taxa de natalidade associadas a todos os impactos sofridos devido a ações antrópicas agravam o estabelecimento dos albatrozes. A população deveria ter mais acesso a informações como esta.

  65. Uma excelente, porém triste leitura. Dado os motivos que resultam no desaparecimento dos albatrozes, parece que há pouco a ser feito. O plástico infelizmente é uma realidade dos oceanos que levará anos para ser revertida (isso se possível), mesmo com ações imediatas. O mesmo pode ser dito para a existência de predadores introduzidos e para o aumento do nível dos oceanos. A pesca de espinhel, responsável pelo grande número de mortes de albatrozes, é um problema que pode ser mitigado através de técnicas que aumentem a especificidade da pesca, apesar de que quando uma técnica é empregada para “polpar” uma espécie, outra pode acabar pagando o preço.

  66. Um texto muito interessante, que nos faz refletir sobre como nossas ações prejudicam e ameaçam espécies inteiras. Realmente, nos faz pensar que tipo de ações são necessárias para evitar que esa situação se prolongue mais.

  67. Muito bacana o seu texto Marcos Rodrigues, um texto científico, mas ao mesmo tempo didático, um texto leve que nos faz refletir e imaginar a situação através dos seus olhos…
    Fiquei muito impressionado com a dificuldade de reprodução dos Albatrozes são problemas dos quatro problemas, um devido ao Albatrospor causa da forma que reproduz (apenas um filhote) e atingem maturidade sexual só com 6 anos três são causados principalmente graças ao egoísmo de nós seres humanos… que são os problemas da pesca, de predadores exóticos e o gravíssimo problema o PLÁSTICO!

  68. Muito bom texto, Marcos.
    Nos faz pensar como as ações egocêntricas e imediatistas do homem interferem tanto na natureza e em seu equilíbrio. Assunto delicado, muitas vezes esquecido e que exige um cuidado especial. Temos o papel de manter essa questão em pauta e lutar pela conscientização do homem, investindo na conservação e proteção da natureza e de sua riqueza. Parabéns pela iniciativa!

  69. Texto muito estimulante, Marcos! Acho que vale a pena tentarmos transmitir a conscientização ambiental, como o fez neste texto. Não vejo como perdida esta batalha. As vezes pequenas ações, como esta, podem mudar gradativamente a cabeça das pessoas e, quem sabe, possamos chegar em momento de mudança efetiva. Parabéns, belo texto!

  70. Bom dia professor!

    Realmente muito triste. A vida vale cada vez menos, em detrimento de certos “confortos” que foram criados para melhorar a qualidade dela.

    De quem? Certamente não dos animais em geral. E certamente não da maioria dos humanos, que não precisam caminhar muito longe, como foi o seu caso, para conseguir enxergar os efeitos disso.

  71. Gostei muito das informações sobre o modo de vida do albatroz. É uma pena que o descaso e descuido com a vida dos seres vivos parece ser um pré-requisito de vida do “homem moderno”, e infelizmente o albatroz é apenas um dos vários seres vivos que sofrem pela ignorância e egocentrismo do homem. Lamentável.

  72. Que pena, como é triste o albatroz correr o risco de extinção…

  73. A vida de nos biólogos sempre é difícil uma vez que temos que estudar carcaça de animais e também temos a certeza que os maiores problemas ambientais são de responsabilidade humana como o grave problema os quais os albatrozes enfrentam.

  74. Com certeza vemos que o maior problema é o ser humano, pois não sabem conviver com meio ambiente em sua volta sem altera-lo. Seria bom um estudo aprofundado do porque os albatrozes não reconhecem os ratos como uma ameaçam, já que eles são capazes de comer as aves até quando estas estão chocando. Com todo este desfavor ao seu redor creio que estas aves não sobreviveram em nosso meio por muito tempo.

  75. Infelizmente muitos são os problemas que dizimam as populações de albatrozes e outros seres marinhos todos os dias. Porém , existem projetos de Conservação destas espécies , como por exemplo o Projeto Albatroz destas espécies
    que utilizam de medidas mitigadoras , reduzindo principalmente a captura não-intencional de Albatrozes por empresas pesqueiras.

  76. É lamentável a realidade em que vivemos quando falamos em educação ambiental. O ser humano ainda não se deu conta de que a natureza é essencial para a nossa sobrevivência, e que sem a fauna e a flora, não há vida humana. Enquanto isso, os inocentes animais pagam nossa dívida com a própria vida.

  77. Texto muito interessante e leve, apesar de ser uma história tão triste, tão pesada. Uma leitura fácil e gostosa, que foi capaz de despertar o meu interesse pelos albatrozes e sua fragilidade. É desesperador pensar que, graças a nós, inúmeras espécies tão maravilhosas como esta estão sendo erradicadas. E, para piorar o sentimento de culpa e pânico, não temos perspectiva alguma de mudança.

  78. Uma mistura de poesia com conhecimento, é o que percebi nesse blog riquissímo da verdadeira arte da vida. Informações para abrir os nossos olhos do que vem acontecendo no mundo que vivemos. Parabéns pelo Blog professor Marcos Rodrigues.

  79. Texto riquissimo em informações. blog maravilhosom, que traz textos atualizados sobre a realidade que vivemos.

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